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InitialsDiceBearhttps://github.com/dicebear/dicebearhttps://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/„Initials” (https://github.com/dicebear/dicebear) by „DiceBear”, licensed under „CC0 1.0” (https://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/)A
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3 mo. ago

  • @oigreslima Por mim, responderia tudo por e-mail. Não ligo que as coisas se acumulem, gosto do ritmo que o e-mail impõe à comunicação.

  • @nelsonsantana

    Eu não fico sabendo de muita coisa. Mas quando estou sem usar o Instagram, eu desativo

    Ótima dica.

    Já fiz isso uma vez, mas meus pais pediram pra eu voltar a usar. Eles esqueceram as outras modalidades de comunicação.

    E a recíproca também vale. Se você procurar as pessoas por vias outras que não o Whatsapp, as pessoas não aceitam contato. Ligo para elas e dá sempre na caixa postal. Outro dia as pessoas do meu trabalho ficaram espantadas pelo fato de que é possível enviar texto pelo aplicativo nativo de mensagens sem cobrança de taxa, através do #RCS.

  • Recomendo remover a conta. Assim não conseguirão te enviar mensagem pelo Instagram.

    Não sei se foi pela história que tive com a rede, na qual eu passei mais de 10 anos interagindo com as pessoas e conhecendo muitos amigos. Durante a pandemia fui bastante ativo e graças à rede, conheci uma boa comunidade de poetas experimentais. Não sei se a mesma trajetória seria possível fora do Instagram.

    O problema é que essa mesma comunidade permaneceu lá, malgrado o fato de que a plataforma ficou cada vez pior e menos comunitária.

    Ainda assim vc receberá links para estas redes fechadas onde vc só consegue abrir se tiver conta.

    Sim, nesses casos ou não abro, ou abro através do Imgnn. Não tenho problema quanto a links compartilhado, mas sim com interações que só são possíveis pela rede.

    e lidar com o fato de te acharem maluco.

    De longe, a parte mais difícil de todas. O “punk” de hoje em dia é aquele que se recusa a utilizar redes de comunicação proprietárias. Eu batizo essa figura de #offpunk.

  • @yum

    Ao invés de viver no futuro, nas conquistas que estão por vir, eu fico tentando reviver o passado, tentando sentir o mesmo que já senti...

    Apreciação pelo presente é uma prática, não é uma receita. Siga tentando.

    Gostei da história do peixinho. Me lembrou do filme Soul.

    E sim, conheci essa história através de “Soul”. Muito bom, o filme, inclusive. Assisti-lhe porque queria ver alguma animação envolvendo #jazz.

  • @pirambaby

    Brigado, Lelê ! Sei que eu consegui só por conta dos teus votos 🌹

  • @obbeel @dsilverz @batepapo.

    É difícil, porque o inglês, ainda mais por ser expansivo, está sempre no estado da arte da linguagem e com uma cultura muito complexa. Mas nada substitui a diversidade cultural do Brasil, mesmo que não seja valorizada

    Acho, acho, que toda língua é em maior ou menor grau expansiva, mas a gente percebe mais a "expansividade" do inglês porque, primeiro, todos estão de olho nessa língua, e, segundo, o inglês tem uma veia muito metalinguística.

    Há memes em inglês que são pura metalinguagem. Isso é raro em português, esse humor metalinguístico. Eu vejo isso mais nas ruas e na canção, não na internet. A expansividade lusófona é sutil e poderosa. Ainda quero ver o língua portuguesa transformar-se em linguagem.

  • @Auster @batepapo

    Daí uma coisa que eu sugeriria é "viver a língua", isso é, mergulhar na língua de forma à parte instintiva do cérebro não conseguir achar rota de fuga.

    Ah, mas então... Eu meio que já vivo imerso no inglês. Eu gostaria inclusive de ter contato com materiais de outras línguas. Talvez o que falte é isso mesmo que você me sugeriu de forçar a mente a "pescar" o significado ou mesmo ignorar o vocábulo para ver depois. É o que eu faço às vezes em português.

    A minha questão mesmo é: por que me sinto mal de ignorar uma palavra incógnita em inglês, mas não me sinto em português?

  • @dsilverz

    acaba sendo como tentar construir um foguete para exploração espacial enquanto dentro da cabine de um Boeing que está caindo em direção à boca de um vulcão em erupção

    Baita imagem.

    O bom do rádio-amadorismo (e rádiocomunicação em geral) é que está meio que alheio ao "fenômeno" da constante degradação que a Internet vem sofrendo.

    Me fala mais disso? Como posso ter acesso ao rádio-amadorismo, preciso de equipamento especial? E por que acha que o rádio não está sofrendo merdificação?

    a tendência é que as frequências e dispositivos de rádio se tornem cada vez mais restritas às corporações com a anuência dos governos

    Tenho essa impressão mesmo. O “cardápio” radiofônico é cada vez menor. Estações de notícias aqui em Fortaleza não passam de quatro, todos ligados mais ou menos às gigantes da comunicação.

    transceptor feito de com peça de ferro-velho, plugado a uma velha antena parabólica cheia de tétano que era de um antigo combo da Sky, apontada pra um dos abandonados FLTSATCOM da marinha estadunidense na órbita geoestacionária

    Não entendi metade das palavras deste parágrafo. Ainda tenho muito o que aprender...

    o último bastião da comunicação totalmente humana

    E por que isso? E o acontece com o livro, a música, o cinema?

  • @mingueo

    Eu estou pelo Friendica, mas me correspondo com o Lemmy seguindo as comunidades e também publicando alguma coisa sempre que me dá na telha. Não sou muito de "descobrir", mas de discutir. Não sei se essa é a forma de explorar melhor as potencialidades da plataforma, mas gosto muito dessa possibilidade quando quero ter respostas mais desenvolvidas sobre um dado assunto.

  • @helenfernanda @batepapo

    Por aqui é igual! Eu mesmo estou desenvolvendo (na cabeça) o conceito de offpunk (resistência através do analógico / low-tech), que peguei do @ploum

    Masssss se é para ficar na internet, que seja em um lugar amigável e desmonetizado. Este lugar é o Fediverso!

  • @dsilverz

    Já vaguei por inúmeros cantos dessa Internet

    Baita “currículo”, o teu! Também já pensei em entrar pro #Gemini, mas por não ter tantos brasileiros, não me senti incentivado. Adoro rádio também, mas não sei se eu seria um distribuidor de rádio-amadorismo.

    Talvez costumasse sê-lo na época do Orkut, onde a internet era meu único espaço de alguma socialização

    I know that feel, bro. Também tinha essa relação com as redes sociais. Mas não me refulgiava no #Orkut, mas sim no #Tumblr e no Twitter.

    Mas, como tudo nessa existência cósmica, essa Internet morreu

    E como você interpreta o Fediverso em relação a essa internet morta e a esta internet natimorta (comercial)?

    Obrigado pela bela resposta!

  • @Auster

    Desculpa também a parede de texto. Sou meio tagarela. 😬

    Eu me mudei para o Friendica porque eu literalmente queria escrever mais e ler mais no Fediverso 😂

    Lemmy acho muito inchado e não tem função de bloquear domínios, PieFed acho a UI muito pouco responsiva, Mastodon acho muito lento, e Misskey de UI é uma zona.

    Chegou a experimentar o Akkoma? Ele também é um bom misto de macroblogue + microblogue. Só que não é tão voltado à discussão, porque não contextualiza respostas como é no Lemmy e no Friendica.

    E uma coisa que faço já que uso bastante aqui e o Mastodon é seguir minha conta do Mastodon, e a do Mastodon seguir essa, que daí a chance de algo antes não federado passar a ser é maior, o que ajuda quando eu for procurar depois.

    Então você literalmente se segue e depois vai seguindo perfil a perfil? Meu Deus. Já até cogitei em fazer isso, mas haja trabalho . . .

    Pelo que estou vendo e do pouco que lembro, o Friendica parece o Facebook lá por 2018

    Exatamente, mais um espaço de discussão e socialização. Passo a maior parte do tempo escrevendo e lendo, acabo até esquecendo que tem uma TL. Quando sobra um tempinho é que vou dar um passeio pelos “círculos”.

  • @Cochise

    De certo modo, sempre foi, apesar dos pesares, mesmo que precisando de muita interferência, como usar o fork suspeito do Instagram que remove todo o conteúdo que não sigo da timeline, ou ler mangá pelo Tachiyomi em vez de pelos sites, além de ter uns três níveis de adblock, burla de paywall e proteção contra rastreio...

    Outro dia falei sobre como encontro prazer em burlar essas lacunas das BigTech. Essa postura, sim, entendo como cyberpunk!

    não um lugar de conforto e acolhimento.

    Eu, particularmente, enxergo o Fedi como um lugar de acolhimento, sim. Tanto que temos comunidades as mais diversas aqui. Mas de fato, é difícil ter conforto onde há gente, que nem disse o @oigreslima . Sempre haverá conflitos, e acho que estamos aprendendo a lidar com isso!

  • @Staden_

    Certamente! Essa falta de esforço por engajamento me pegou muito. Eu odiava o Twitter, porque era o espaço onde o que contava era isso. E era uma realidade antes mesmo da aplicação do algoritmo de recomendação!